Nomeados:
Broken Hearts Parade - Good Charlotte
Here I Stand - Madina Lake
Save Your Prayers - Pain
Focus Shift - Dark Tranquillity
Transitory - After Forever
My New Time - Autumn
Thnks Fr Th Mmrs - Fall Out Boy
Misery Business - Paramore
Whoever Brings The Night - Nightwish
3°:
2°: Misery Business - Paramore
1°: Broken Hearts Parade - Good Charlotte
Acho que Broken Hearts Parade foi a música que eu mais viciei na minha vida. Desde que saiu o preview de 30 segundos até o vazamento oficial, eu ouvi MUITO, muito mesmo. E não é por mais, é a melhor música do Good Morning Revival.
Melhor Novo Álbum (para artistas que eu conheci em 2007)
Nomeados
Mezmerize - System of a Down
How To Measure a Planet? - The Gathering
Ghost Reveries - Opeth
Assembly - Theatre of Tragedy
The Great Cold Distance - Katatonia
Wolves - Deadlock
Fiction - Dark Tranquillity
The Cold White Light - Sentenced
My Dear - New Years Day
3°: Assembly - Theatre of Tragedey
2°: Ghost Reveries - Opeth
1°: How To Measure a Planet? - The Gathering
2007 foi um ano de descobertas de várias bandas novas e muito boas. Até pensei em colocar o álbum homônimo do Theatre of Tragedy aqui porque a banda tem fases bem diferentes mas enfim... O Assembly foi uma boa surpresa. Um álbum honesto, eletrônico e que não deve nada à fase antiga (aliás, uma das poucas bandas cujo passado não é condenável). Opeth acho que era uma banda que eu sempre procurava e nunca tinha achado. Um death misturado com elementos progressivos, porém não necessariamente tornando o som chato. As passagens acústicas e o vocal limpo do Mikael Åkerfeldt são incríveis. E em primeiro lugar, The Gathering. Uma banda que eu já conhecia de nome faz um tempo e sempre ouvia comentários de ser chata. Li que era bem difícil digerir o som deles e não é que é verdade? Mas o How To Measure a Planet? foi uma grata surpresa. O som é simplesmente inexplicável. As pessoas dizem que a voz da Anneke é uma das coisas mais emocionantes do mundo mas nesse CD em particular o instrumental também tem essa função. É dele que parte todo o feeling e se completa com a doce voz de Anneke. Perfeito!
Música do Ano
Nomeados:
Down - Tristania
Drown The Inland Mere - Novembers Doom
Even The Gods Must Die - Nile
Everything Is Average Nowadays - Kaiser Chiefs
Broken Hearts Parade - Good Charlotte
Sleeping With Giants - The Academy Is...
Do Me a Favour - Arctic Monkeys
De-Energized - After Forever
Epilogue (What's Done Is Done) - Autumn
The Ripper - The Used
On The Rise - Samael
Mutilation Is The Most Sincere Form of Flattery - Marilyn Manson
For a Pessimist I'm Pretty Optimistic - Paramore
A Martyr For My Love For You - The White Stripes
Five Becomes Four - Yellowcard
Movie - The Birthday Massacre
But, Honestly - Foo Fighters
Blood On Your Hands - Arch Enemy
The Poet and The Pendulum - Nightwish
Ice Water - Agua de Annique
10°: Blood On Your Hands - Arch Enemy
9°: Movie - The Birthday Massacre
8°: The Ripper - The Used
7°:
6°: Epilogue (What's Done Is Done) - Autumn
5°:
4°: Broken Hearts Parade - Good Charlotte
3°:
2°: De-Energized - After Forever
1°:
Várias músicas, top10 seria mais do que justo. Bom, comentando cada uma. Blood On Your Hands é uma das melhores músicas do Arch Enemy e ótima para abrir o álbum. Angela nunca berrou tanto como o "Remember". Movie, do The Birthday Massacre, é a música mais diferente de toda carreira deles. Uma verdadeira viagem, lembrando às vezes, e bem de leve, The Gathering. Bela maneira de encerrrar um álbum razoável. Já The Ripper foi feita para se ouvir com o volume no máximo. Contando com as energéticas guitarras de Quinn e um riff viciante, a canção não se prende tanto aos efeitos e vai por um lado mais rock. A progressiva Do Me a Favour é uma bela balada dos Arctic Monkeys, até estourar no final. Simples e com grande feeling.
Foi difícil pegar somente uma música do álbum do Autumn, mas Epilogue (What's Done Is Done) é a mais completa. Um belo piano e o constante crescimento da música aliado a um grande refrão não podia dar coisa melhor. Já Down, do Tristania, é uma música diferente e um pouco experimental. Especialmente no refrão, que pode soar irritante a uns, vemos um dos melhores vocais de Vibeke na banda. Broken Hearts Parade, além de ser viciante, é criativa. Good Charlotte resolveu colocar uns instrumentos a mais, as chamadas "buzinas" (trompete) e fizeram bem. Incluindo até mesmo um inesperado solo! Yellowcard atingiu seu auge em Five Becomes Four. Bateria rápida e com o instrumental explodindo no refrão, que possui um dos maiores feelings que eu já vi. Excelente. A primeira coisa que eu pensei quando ouvi De-Energized foi que o After Forever criou um hino imediato da banda. Com participações do guitarrista do Annihilation, grandes guturais de Sander e a voz sempre maravilhosa de Floor, o acerto foi enorme.
E sobre The Poet and The Pendulum não há muito o que falar. É o ápice criativo do Nightwish. 14 minutos não desperdiçados em nenhum segundo, simplesmente. Ah sim, se pudesse por mais de uma música por banda, insira aqui Master Passion Greed :D
Melhor Álbum
Nomeados:
Illumination - Tristania
Infinity On High - Fall Out Boy
Ithyphallic - Nile
The Novella Reservoir - Novembers Doom
Yours Truly, Angry Mob - Kaiser Chiefs
Good Morning Revival - Good Charlotte
Santi - The Academy Is...
Psalms of Extinction - Pain
Favorte Worst Nightmare - Arctic Monkeys
After Forever - After Forever
My New Time - Autumn
Lies For The Liars - The Used
Eat Me, Drink Me - Marilyn Manson
RIOT! - Paramore
Icky Thump - The White Stripes
Paper Walls - Yellowcard
Walking With Strangers - The Birthday Massacre
Echoes, Silence, Patience & Grace - Foo Fighters
Rise of The Tyrant - Arch Enemy
Dark Passion Play - Nightwish
Air - Agua de Annique
Avenged Sevenfold - Avenged Sevenfold
15°: RIOT! - Paramore
14°: United Abominations - Megadeth
13°: Infinity On High - Fall Out Boy
12°: The Novella Reservoir - Novembers Doom
11°: Fiction - Dark Tranquillity
10°: After Forever - After Forever
E o álbum homônimo tão aguardado do After Forever não foi tudo aquilo. Ocorreu algo semelhante ao CD do Nightwish que eu falarei mais pra frente, mas a fórmula é parecida: orquestras mal utilizadas. De fato há nesse CD duas músicas que eu considero as melhores da banda, ao lado de Face Your Demons e Come. E de fato são elas que salvam o CD do fiasco. Além de Transitory e De-Energized, há Who I Am, que conta com um ótimo dueto de Floor e Doro Pesch. O lado industrial da banda, que se iniciou com Attendance no Remagine vem crescendo cada vez mais. Dreamflight é uma viagem de 11 minutos, com momentos bons. É uma pena ela se repetir ao decorrer da música. E Empty Memories mostra um lado experimental do After Forever, com vocais inusitados de Floor. Porém o final deixa a desejar. E o resto das músicas? Cada uma com mais defeitos que qualidades.
Ouça:
De-Energized
Transitory
Who I Am
9°: Air - Agua de Annique
Para um debut, Air é um GRANDE álbum. Lotado de feeling, como todos trabalhos de Anneke, o Air se sobressai por ser simples, bem feito e de se ouvir a qualquer hora. Variando desde o pop rock de Yalin até coisas mais progressivas como Trail of Grief, o ouvinte fica preso à voz e ao instrumental hipnotizante e eficaz.
Ouça:
Obs: o nome correto da música seria Sunken Soldiers Ball, mas o last.fm só tem preview para a música com tag errada!
8°: Favorite Worst Nightmare - Arctic Monkeys
Depois do ótimo debut com Whatever People Say I Am, That's What I'm Not, o Arctic Monkeys mostra o visível amadurecimento no seu segundo CD. O baixo pulante ainda está presente, como em Teddy Picker, porém a banda mostra outros lados, como a progressiva Do Me a Favour. E alguém consegue cantar junto com Alex Turner em Balaclava? O cara continua com o fôlego incrível de sempre e o melhor: com uma melhora significativa nas letras. Baixe sem medo.
Ouça:
7°: Dark Passion Play - Nightwish
E quem disse que o Dark Passion Play foi o melhor álbum do ano? Não. Sofre do mesmo problema do homônimo do After Forever: uso abusado de orquestras e aqui mais abundante ainda. Além de, nos dois casos, ambos CDs incluírem as melhores músicas da banda e as piores e desnecessárias também. O que dizer de The Poet and The Pendulum, Master Passion Greed e Whoever Brings The Night? Ou ainda Sahara, Bye Bye Beautiful e The Islander? É por essas e outras que o CD vale a pena sim. Por outro lado, temos várias coisas desnecessárias, como a extremamente sem graça Eva (inacreditável eles terem usado essa música para apresentar a nova vocalista do Nightwish), For The Heart I Once Had, Cadence of Her Last Breath e 7 Days To The Wolves. É um CD razoável. Nenhum grande momento instrumental e nenhuma grande voz - ok, Anette arrebenta, mas, por favor, cante mais grave no próximo álbum - mas... é o Nightwish simpático de sempre. Ouça descontraidamente.
Ouça:
6°: Santi - The Academy Is...
Nem eu esperava colocar o Santi nessa posição, mas ele é realmente bom. Mostra uma evolução absurda da banda que fazia músicas pop punks e sem muitas coisas originais para um indie cheio de personalidade. Essa nova levada nas guitarras mostrou um álbum extremamente homogêneo, com grandes momentos do vocal de Willian Beckett e as letras malucas, como sempre, da banda. Santi é gostoso de se ouvir e ótimo para se cantar junto. Baixe.
Ouça:
Sleeping With Giants (Lifetime)
LAX to O'Hare
Bulls In Brooklyn
5°: Eat Me, Drink Me - Marilyn Manson
A separação fez bem a Marilyn Manson. Eat Me, Drink Me é um álbum romântico e com ótimas letras. O lado industrial fica um pouco de lado para se sobressaírem os grandes e criativos solos de guitarra e o rock alternativo. Para alguns, pode soar cansativo, para outros, uma viagem.
Ouça:
Mutilation Is The Most Sincere Form of Flattery
4°: Rise of The Tyrant - Arch Enemy
Saem os efeitos na voz de Angela no Doomsday Machine, entra o feeling incrível em Rise of The Tyrant. Um dos melhores álbuns do ano onde quase todas músicas são destaque. Os irmãos Amott se confirmam como grandes guitarristas e um dos mais criativos atualmente e, combinado com o inesquecível RE-MEM-BER de Blood On Your Hands... apenas não há muito o que falar.
Ouça:
Blood On Your Hands
In This Shallow Grave
Night Falls Fast
3°: Illumination - Tristania
Tudo bem que o Illumination, assim como vários outros álbuns desse ano, não chega aos pés do seu antecessor. Mas aqui temos um caso diferente, já que ele não é necessariamente ruim. Partindo para um inesperado lado mais puxado ao gothic rock, o Tristania nos apresenta novamente às suas diversas experimentações. E aqui um dos principais destaques é a voz de Vibeke, que nunca foi tão escutada em um álbum da banda como agora. Ela assume várias músicas e quando não o faz, Østen dá conta do recado. Aliás, o dueto entre os dois é impecável. Um trabalho mais direto e simples comparado ao Ashes, e nem por isso perdendo muito ao seu antecessor.
Ouça:
2°: Paper Walls- Yellowcard
Paper Walls foi uma grande surpresa. Com o Lights and Sounds, o Yellowcard tinha decaído muito do Ocean Avenue. Agora, combinando o melhor dos dois álbuns, eles criam o PW. O guitarrista novo da banda, Ryan Mendez, também se mostra criativo e melhor que Ben, vide os riffs de The Takedown e Five Becomes Four. Essa última, aliás, lotada de feeling no refrão. É um cd bom por inteiro, onde quase todas músicas são destaques, então eu o recomendaria baixá-lo todo.
Ouça:
1°: My New Time - Autumn
É, eu também não esperava que esse fosse o álbum do ano pra mim. Eu demorei pra baixar, na verdade, por achar que o Autumn continuava com seu lado doom - legal, porém nada de mais - e uma produção precária. Mas, ao ouvir o My New Time, você vê que eles mudaram a direção de seu som. O lado rock (!) afloresce e os vocais graves de Nienke, como sempre, são os grandes destaques. Teclados bem utilizados, refrões grudentos... My New Time, a música, seria um excelente single para divulgar o álbum. Expressa bem ele: simples, catchy e bem feita. Twisted and Turned é outra, mais hipnótica e com um belo final acústico. O ápice chega na última faixa: Epilogue (What's Done Is Done) é uma explosão instrumental no refrão. Ah, e só pra constar: adorei as letras desse álbum. Vão por um caminho mais pessoal, humano, ao contrário das fantasias do Summer's End.
E uma pena que Nienke recencentemente saiu da banda. Vamos ver como eles se sairão agora.
Ouça:
Epilogue (What's Done Is Done)
Twisted and Turned
My New Time
Apenas uma consideração final: não coloquei a categoria de pior álbum porque este ano realmente não teve muitos. O que aconteceu foram o lançamento de muitos álbuns apenas medianos, mas ruins não. É isso! Comente ou dê sua opinião se quiser (mesmo que eu duvide que alguém leia até aqui).